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Marketplace no GLPI 9.5 – Como ativar? Para quê serve?

A versão 9.5 do GLPI está a todo vapor. E uma das funcionalidades que eu mais gostei foi a do Marketplace que facilita muito a instalação de Plugins no melhor sistema de Gestão de Serviços e Service Desk que existe no mundo.

Quer aprender como fazer para ativar o marketplace? Olha aí!

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O GLPI possui por característica padrão a possibilidade de estender suas funções através de plugins. Há quem goste de trabalhar mais com as funções padrões e há quem goste mais de diversificar com os plugins. O fato é que o processo de instalação sempre foi uma pergunta constante e uma tarefa, nem sempre, das mais prazerosas e simples de ser realizada, dependendo da expertise de cada administrador da ferramenta.

A Teclib, desenvolvedora oficial do GLPI, criou um modelo de negócios que viabiliza a possibilidade de entregar o GLPI como um serviço para aqueles que não querem se envolver tanto com as tarefas administrativas de se manter um serviço web em funcionamento, como backup, configuração, correções, provisionamento, solução de problemas de infraestrutura.

Lembrando que o software continua sendo open-source com uma comunidade bastante ativa e totalmente gratuito para quem quiser usar por sua conta.

Com a nova adoção de um modelo de GLPI como um Serviço em Nuvem, a instalação de plugins era um incômodo por exigir acesso à console administrativa do servidor onde o GLPI está hospedado. A partir da versão 9.5, isso não é mais necessário.

O Marketplace no GLPI veio justamente para que você instale os plugins do repositório oficial como se fossem aplicativos que você instala da sua loja de aplicativos favorita no celular.

Você seleciona o plugin, clica em instalar, e ele aparece instalado na sua base. Não maravilhoso?

Para fazer funcionar o Marketplace você precisa criar uma conta na GLPI-Network, que é gratuita, e adicionar o token ao seu GLPI 9.5.

O procedimento em vídeo você encontra aqui e em texto, para quem prefer ler, logo abaixo do vídeo.

Procedimento:

  • O local para execução do processo dentro do GLPI fica em Configurar > Plug-ins e clique no ícone que parece uma lojinha no topo da página logo ao lado do caminho de Menus que fica na parte superior.
  • Dentro deste ícone haverá um link para você se registrar na GLPI-Network, caso você não tenha uma conta ainda.
  • O processo de registro não é difícil, é rápido e tem versão gratuita.
  • Após adicionar seus dados, selecione a versão de assinatura de suporte que você precisar e/ou desejar.
  • Voltando ao GLPI, você navega para o mesmo ponto de antes (Configurar > Plugins > Lojinha no topo, e ao invés de selecionar Registrar na GLPI Network, clique em preencha com sua chave de registro na configuração.
  • Copie o token de registro da GLPI Network neste campo do seu GLPI
  • Seja feliz e instale seus plugins sem dores de cabeça.

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Minhas Primeiras Impressões com o GLPI 9.5

Recebi uma instância de testes da versão 9.5 Release Candidate do GLPI por parte da Teclib. É uma instância na GLPI Network e no meu primeiro acesso, fiquei tão impressionado com as melhorias visuais que já quis compartilhar isso aqui com vocês.

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38.Aviso de tabelas não migradas para InnoDB – GLPI 9.4

Este post é uma atualização do mesmo procedimento que era realizado na versão 9.3.x do GLPI.

Desde a versão 9.3.x o mecanismo do banco de dados do sistema foi atualizado para trabalhar com a Engine InnoDB ao invés da MyISAM como antigamente.

Quando você instala uma versão 9.3 ou superior do zero, o banco de dados já é criado e parametrizado com o formato InnoDB automaticamente. Mas quando a instalação existente já vem de versões anteriores à 9.3, o banco de dados permanece no formato MyISAM e precisa ser convertido manualmente para o InnoDB.

Este novo formato habilita certas funções que surgiram na versão 9.3, como a possibilidade de adição de múltiplas soluções. Algo que não era possível nas versões legadas.O procedimento é simples. Na versão 9.3.x, utilizávamos um script php que vinha junto na pasta scripts do front-end do GLPi. 

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Na versão 9.4 esse script foi transferido para os comandos de console do próprio sistema:

Como root do sistema

cd /var/www/glpi
php bin/console glpi:migration:myisam_to_innodb

/var/www/html/glpi é o local do meu glpi da demonstração. Ajuste o caminho para o seu.

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Entenda a numeração de versionamento de software utilizado no GLPi

A Teclib costuma lançar versões do sistema GLPI e nem todo mundo entende exatamente o que significam aqueles códigos.

Os códigos seguem um padrão semelhante ao Semantic Versioning mas não encontrei total alinhamento ao método.

Vamos ver como isso é feito?

Estamos, atualmente (06 de Maio de 2019), na versão 9.4.2 e 9.3.4. A equipe está mantendo duas versões para que ambientes possam ser gradativamente ajustados à versão 9.4.

Vou pegar a versão anterior, 9.4.1.1, como exemplo por conter mais dados de versionamento.

  • 9 – O primeiro número indica que o sistema se torna totalmente incompatível com versões anteriores. Quando este número muda, geralmente são esperadas alterações substanciais no sistema, como mudanças visuais, por exemplo.
  • 4 – O segundo número indica que foram adicionadas novas funcionalidades que não tornam o sistema inteiro incompatível com versões dentro do mesmo número que o primeiro. (Geralmente)
  • 1 – O terceiro número indica que o sistema sofreu mudanças menores, como correções de bugs e funcionalidades que não prejudiquem a compatibilidade com versões anteriores. (Dentro dos mesmos números anteriores)
  • 1 – O quarto número indica correções graves de segurança dentro dos números anteriores. Não impacta em incompatibilidades.

Sabendo disso você pode entender melhor o momento de atualizar seu sistema GLPi.

Ou seja, quando você utiliza a versão 9.3, por exemplo e sai uma atualização 9.3.1 ou 9.3.1.1, em tese, seria seguro e até recomendado realizar a atualização pois são apenas correções de bugs e até de segurança.

Neste último caso, geralmente a equipe deixa sinalizada a real importância de atualização para manter-se em dia e não correr riscos de segurança. Principalmente se você tem o seu GLPi de cara para a rua.

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O que são produtos OEM e por que eles são mais baratos?

Se você já comprou peças de computadores e softwares, você provavelmente já topou com o acrônimo OEM nas descrições. Esta abreviação é para Original Equipment Manufacturer (Fabricante de Equipamento Original) e é, geralmente atribuído a peças ou softwares que são menos caros que os normais de varejo.

O que pode fazer você imaginar: “devo comprar um produto OEM, ou tem pegadinha que pode me gerar problemas?”. A verdade é que eles são, SIM, diferentes dos produtos de varejo e é importante conhecer as diferenças.

O que OEM significa?

OEM, como mencionado, é a abreviatura para Original Equipment Manufacturer. A descrição não define POR quem o produto deve ser vendido e sim PARA quem esse produto deve ser vendido.

Hardware e Software OEM são criados para distribuição para empresas que desenvolvem sistemas, como Dell e Apple, por exemplo. Estas empresas são as “Original Equipment Manufacturers”.

Por isso que produtos OEM são, geralmente, vendidos em caixas ou embrulhos genéricas, sem aquelas caixinhas bonitinhas. Eles não são desenvolvidos para ficarem em prateleiras de loja.

E eles, geralmente, não estão. A maioria dos varejos NUNCA vendem produtos OEM. Lojas virtuais não se importam com embalagens de varejo, portanto, ficam mais do que felizes em estocar estes produtos e vendê-los para consumidores.

É totalmente legal comprar produtos OEM. Todavia, há algumas estipulações ligadas a tais produtos que você aceita ao adquiri-los.

OEM para Hardware

As peças OEM e de varejo possuem exatamente as mesmas funcionalidades e performance. Discos Rígidos, Memórias RAM, Placas de Vídeo, por exemplo, são exemplos de peças oferecidas no modelo OEM. Outros produtos também são oferecidos neste modelo mas em quantidades limitadas.

Contudo, algumas peças são enviadas sem outros componentes que também são necessários para bom uso – mesmo aqueles que são críticos para a operação. Pegamos um processador, por exemplo. Você pode encontrar algumas unidades de processamento que não são enviadas com seus ventiladores de resfriamento (fans). Uma placa de vídeo ou um disco rígido podem ser encaminhados sem os cabos necessários para uso.

Algumas restrições nas garantias também podem ser aplicadas. Como tempo reduzido ou até inexistência de garantia por parte do fabricante. Isso, porque a garantia, muitas vezes, é oferecida pelo fabricante que adquiriria a peça para utilizar em seus produtos para o varejo.

Comprar uma peça OEM, faz com que, contratualmente, você seja tratado como um fabricante de soluções. Portanto o suporte direto com o fabricante da peça, certamente, será impossível.

OEM para Software

Softwares OEM são mais comuns de serem encontrados. Principalmente em produtos Microsoft como Windows e Office.

Ao comprar um software no modelo OEM, geralmente você recebe apenas um papel com um link para download e a chave de licença do software. Não espere qualquer documentação. Na verdade, a maioria dos softwares OEM vêm sem qualquer tipo de suporte técnico.

O software OEM é, normalmente, licenciado com base no hardware, o que significa que você NÃO PODE instalar o mesmo em outro computador. Em teoria, significa, por exemplo, que versões OEM do Windows são amarradas ao computador em que o software veio instalado.

Para reativar este tipo de software é só necessário contatar o serviço ao consumidor do fabricante. Mas vale lembrar que eles não são obrigados a realizar tal procedimento. E alguns fabricantes não permitem realizar tais procedimentos. É um risco que se corre com software OEM. Custa menos, mas pode ser necessário recomprar se você substituir seu computador ou realizar upgrade da placa mãe.

Afinal, vale a pena comprar produtos OEM?

Adquirir software OEM é totalmente seguro e legal, mas você precisa estar ciente dos riscos.

É possível que você poupe uma boa quantia de dinheiro com produtos desse tipo, mas se você passar por problemas é possível que você fique sem suporte algum. Isso pode ser indiferente se você possui alguns conhecimentos técnicos. Caso contrário, a versão de varejo pode ser uma melhor alternativas.

Os descontos podem variar. Podendo chegar a até 50% de diferença. Alguns produtos nem são oferecidos no formato OEM.

Comprar hardware OEM pode ser mais barato. Mas é possível que você acabe gastando mais do que no varejo após a compra de todas as peças extras para uso da OEM que você comprou. Esteja ciente disso e faça as contas antes.

Outra coisa que pode acontecer é você encontrar peças OEM mais caras do que de varejo. Isso costuma acontecer quando tais peças estão em vias de serem descontinuadas. As peças sobressalentes são colocadas à venda por valores mais altos que os de varejo.

Faça comparações de preço antes de fazer sua escolha. Saiba o que vem e o que não vem quando você comprar. E certifique-se que de que você poderá pedir suporte se necessário.

Ofertas

O site recebe uma comissão quando você clica nos links abaixo antes de fazer suas compras. Você não paga nada a mais por isso.

Office 365 Personal
1TB Válido por 12 Meses

37.GLPI – 9.3 e 9.4 – Criar, Configurar e Atribuir SLA e OLA a um chamado

Configurar SLA e entender como ele funciona pode ser uma tarefa árdua no GLPI.Muitos cliques a dar, muitas telas para configurar. Mas com uma ajudinha aqui e outra ali, se torna fácil realizar a configuração. A dificuldade depois desse vídeo, eu garanto, será apenas relacionada à complexidade de cada ambiente.

Para que as regras de SLA funcionem corretamente, precisamos definir 3 itens dentro do sistema:

Calendários e Feriados (Configurar > Listas Suspensas > Calendários)
➤ Níveis de Serviços (
Configurar > Níveis de Serviço)
➤ Regras de negócios para chamados (
Administração > Regras > Regras de negócios para chamados)

Dentro do Calendário, definimos o horário de trabalho das equipes e os feriados que esse calendário deve seguir. É aqui, também que criamos calendários para equipes que trabalhem em horários distintos ou até filiais que atuem em cidades com horários e feriados diferentes.

Dentro dos Níveis de Serviço, criamos o SLA (Service Level Agreement) de atendimento e solução , que são os acordos firmados entre central de serviços e cliente, e também o OLA (Operational Level Agreement) de atendimento e solução, que são os acordos firmados entre equipe de serviços e central de serviços.

Tempos para aceitar são tratados como o tempo para uma primeira resposta ao seu clientes. Ou seja, qualquer alteração feita pela equipe de serviços, conta como primeira resposta.

Tempos para solucionar são tratados como o tempo para que uma solução seja entregue para o chamado aberto. E esse tempo é contado a partir da data de abertura do chamado. E não da data de aceitação do mesmo (item acima)

A regra de negócio é o que automatiza processos dentro do sistema. E através dela é que faremos a ligação entre Níveis de Serviço e chamados.

2.GLPI 9.1 – Criar, Configurar e Atribuir um SLA através dos seus SLTs
5.Trabalhando com níveis de escalação no SLA
32.Overview GLPI 9.4 (Versão Portugês)

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35.BGInfo – Como mostrar Informações úteis na área de trabalho dos usuários

Existe uma suíte de aplicativos extras que podem potencializar alguns recursos do sistema operacional Windows. O Sysinternals.

Grande parte dos profissionais de tecnologia que lidam diariamente com servidores e estações de trabalho com o sistema operacional não conhece tais softwares que podem, desde adicionar recursos, até a ajudar a analisar falhas e possíveis correções.

Neste vídeo eu mostro um dos aplicativos que se chama #BGINFO. A ferramenta nos possibilita facilitar a obtenção de informações para um possível suporte remoto ou via telefone.

Aquelas informações que, dependendo do nível de expertise do técnico e do usuário, podem ser informações extremamente complexas de serem obtidas, mas especialmente importantes no processo de correção da falha.

O BGINFO busca informações da máquina e as insere juntamente ao papel de parede ao ser executado. Para que essa informação seja sempre atualizada, mostro como fazer com que a aplicação seja iniciada juntamente com a inicialização do sistema operacional.

➤ Faça o download do software BGINFO em https://docs.microsoft.com/en-us/sysinternals/downloads/bginfo
➤ Após a configuração do BGINFO, é necessário criar um arquivo de script chamado bat e adicioná-lo a inicialização
➤ Abra o bloco de notas e cole o seguinte texto prestando a atenção para os nomes das pastas e arquivos que você setar:

C:\bginfo\bginfo.exe /accepteula C:\bginfo\bti.bgi /timer:0 /silent

➤ Salve esse arquivo como nome.bat
➤ Copie esse arquivo para o local abaixo no Windows 10 ou arrastando o bat para a pasta Inicializar dentro do menu iniciar.

"%AppData%\Microsoft\Windows\Start Menu\Programs\Startup"

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32.Overview do GLPI 9.4 – Português

A nova versão do GLPI está disponível.
E para facilitar a vida de quem quer saber o que tem de novo, eu fiz uma lista e um vídeo mostrando as mudanças.

Em geral, pequenas e ótimas melhorias estão embarcadas no bichinho.

  • Redesenho do motor de pesquisa com critérios aninhados;
  • Uma nova experiência de usuário para a Base de conhecimento;
  • A visão de Linha do tempo está disponível, também, para mudanças e problemas;
  • Não há mais a opção de separar as interações dos chamados em abas distintas (Documentos, Tarefas, Acompanhamentos). Agora só com a visão de linha do tempo
  • Console de linhas de comando centralizada
  • Novas regras de negócio para ativos
  • Modo texto para chamados sempre ativado (Parâmetro de configuração foi desativado
  • É possível bloquear a personalização de telas de usuário através dos perfis
    • Administração > Perfis > Perfil > Configurar
  • Agora é possível Mesclar e Separar chamados
  • É possível adicionar um responsável pelo usuário
    • Pode ser importado do campo gerente no AD
    • Regra de negócio adicionada – veja abaixo
  • Novidades nas regras de negócio para chamados
    • Novo Critério – “A data de criação é a hora de trabalho no calendário”
    • Nova ação – “Enviar solicitação de validação – responsável pelo requerente”
  • Aba para exibir as notificações relacionadas ao modelo de notificações

Link da notícia de lançamento oficial – https://glpi-project.org/glpi-9-4-0/

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Overview do GLPi 9.3

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31.GLPi – Plugin Actual Time da TICgal

A TICgal é uma empresa espanhola que atua no desenvolvimento de soluções para GLPi.
Alguns de seus produtos estão disponíveis no site da empresa ou nos repositórios oficias do GLPi.
O plugin Actual Time (Tempo real em tradução livre) permite a equipes de TI gravar exatamente o tempo de trabalho em uma tarefa através de um botão de início e parada mesmo que o sistema não esteja com a tela aberta.

O vídeo mostra exatamente como utilizar o plugin.

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30.Importando usuários e grupos do Active Directory para o GLPi

Eis que vos trago um vídeo super útil e solicitado.

Em outro vídeo que respondi as 5 perguntas que mais são feitas sobre GLPi, comentei que o sistema tem integração com o Active Directory e também comentei que poderia fazer esse vídeo de como fazer a integração.

Neste vídeo eu abordei a configuração da integração do GLPi com o Active Directory, bem como a sincronização de Grupos e Usuários com informações provenientes do AD.

*****IMPORTANTE*****
Uma boa prática é sempre manter um usuário com permissão de Super-admin que não autentique com o Active Directory para possíveis manutenções em momentos que o GLPI não consiga se comunicar com o Active Directory.
Como em uma mudança de senha do usuário que faz a integração, ou então uma falha de rede mesmo.
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