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Você conhece o Projeto GLPI e a Comunidade? + Curso GLPI Essencial Gratuito e Ao Vivo

Nem todos conhecem todo o projeto do #GLPI, a #Teclib e sua #comunidade. Resolvi abrir a câmera para falar sobre o melhor sistema open-source de ITSM no mundo.

Inscrição no Curso Gratuito de GLPI dos dias 28 e 29 de Outubro https://www.servicedeskbrasil.com.br/glpi-essencial/

Replay da Live: https://youtu.be/7E8LOiDNTs0

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Novo plugin que permite Anonimizar dados no GLPI

Novo plugin disponível para clientes da GLPI Network à partir do nível Basic ou clientes da GLPI Network Cloud platform permite a Anonimização de dados no GLPI diretamente da interface web ou linha de comando de forma individual ou com ações em massa.

É uma ótima iniciativa para prover compliance com #LGPD e #GDPR.

Com ele é possível anonimizar dados para perfis que não devem ver algum tipo de dado de algum cliente ou usuário no sistema.

Veja algumas telas retiradas da documentação oficial da GLPI Network

GLPI Network Anonymization
Fonte: GLPI Network – divulgação https://services.glpi-network.com/documentation/1688/file/README.md

A anonimização dos dados pode ser definida via perfis de anonimização.

Cada perfil determina:

  • Os elementos em que será executada (“Usuários”, “Computadores”).
  • Em cada elemento é possível aplicar uma estratégia aos mais variados campos (“Nome”, “Localização”, “Número de Série”…) e consiste em 5 opções de tratamento deste dado:
    • Manter o dado
    • Apagar o dado
    • Substituir o dado com um valor estático
    • Substituir o dado com um valor aleatório
    • Substituir o dado com um valor aleatório real
  • É possível também tratar os campos de histórico dos elementos:
    • Apagar o histórico;
    • Apagar parte do histórico definido por uma data e anonimizar o restante;
    • Anonimização completa do histórico do elemento.
  • Você pode definir uma lista de campos a serem pesquisados e substituídos
  • É possível definir um perfil de anonimização como padrão de um grupo de elementos ou campos.

A anonimização pode ser executada como Ação em Massa e também via linha de Comando como nos comandos abaixo:

Executar os perfis de anonimização padrão em todos objetos:
glpi:plugin:anonymize --all

Executar os perfil de anonimização X em todos objetos ou em um objeto:
glpi:plugin:anonymize --profile=X
glpi:plugin:anonymize --profile=X --item-id=X

Executar o perfil de anonimização padrão X em todos objetos ou em um objeto:
glpi:plugin:anonymize --itemtype=X
glpi:plugin:anonymize --itemtype=X --item-id=X

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A lista de valores reais e aleatórios possíveis de serem substituídos até o momento é bem interessante:

campoTipologia
glpi_x.serialBase.randomAscii
glpi_x.otherserialBarcode.ean13
glpi_x.uuidUuid.uuid
glpi_contacts.namePerson.name
glpi_contacts.firstnamePerson.firstName
glpi_contacts.phonePhoneNumber.e164PhoneNumber
glpi_contacts.phone2PhoneNumber.e164PhoneNumber
glpi_contacts.mobilePhoneNumber.e164PhoneNumber
glpi_contacts.faxPhoneNumber.e164PhoneNumber
glpi_contacts.emailInternet.email
glpi_contacts.addressAddress.streetAddress
glpi_contacts.postcodeAddress.postcode
glpi_contacts.townAddress.city
glpi_contacts.stateAddress.state
glpi_contacts.countryAddress.country
glpi_networkports.ipInternet.ipv4
glpi_networkports.macInternet.macAddress
glpi_phones.number_linePhoneNumber.e164PhoneNumber
glpi_users.nameInternet.userName
glpi_users.passwordInternet.password
glpi_users.phonePhoneNumber.e164PhoneNumber
glpi_users.phone2PhoneNumber.e164PhoneNumber
glpi_users.mobilePhoneNumber.e164PhoneNumber
glpi_users.realnamePerson.name
glpi_users.firstnamePerson.firstName
glpi_users.languageMiscellaneous.locale
glpi_useremails.emailInternet.email
Fonte: GLPI Network – Divulgação

Veja mais informações na documentação oficial.

Se você não é cliente GLPI Network, pode testar o plugin e a plataforma de nuvem da Teclib’ por um período de 45 dias se cadastrando aqui https://myaccount.glpi-network.cloud/register.php

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GLPI, Comunidade, futuro do projeto e como contribuir

No último último sábado, dia 29 de Agosto de 2020, participei de uma live convidado pelo Danilo Santos junto a ele e ao Jorge Camargo. Ambos profissionais da Service Desk Brasil que atua essencialmente com projetos de Service Desk usando GLPI e tem promovido diversas lives sobre o assunto nos últimos meses.

Open Source IT Asset management and Helpdesk software

A ideia do encontro era conversarmos sobre a comunidade brasileira e sua relevância no cenário mundial e percepção da equipe responsável pelo desenvolvimento do GLPI (a Teclib’), como esta comunidade se organiza e tem se organizado, como ela pode se tornar ainda mais relevante e efetiva, bem como falar sobre minha jornada com o sistema, dificuldades enfrentadas, motivações para manter este e outros canais ativos e constantemente relacionados – quase dedicado – ao maior, mais usado e melhor software de Gerenciamento de Serviços do mundo em se tratando de Software Livre.

Foram mais de 2 horas de bate-papo e, entre idas e vindas, acredito termos conseguido expressar a nossa gratidão pelo projeto, pela equipe dedicada ao constante desenvolvimento do GLPI, falamos sobre as dificuldades encontradas por praticamente todos que iniciam sua jornada com o sistema e, também, abordamos dicas que gostaríamos de ter tido quando começamos.

Sobre a Comunidade Brasileira de GLPI

Fonte: GLPI Project – https://glpi-project.org/community/

O GLPI passou a fazer parte do trabalho da equipe de desenvolvimento da Teclib’ que percebeu no Brasil um movimento bastante considerável de adoção e parceiros.

Se você, por exemplo, acessar a página de Telemetria do GLPI e filtrar por país, encontrará pelo menos 448 resultados de empresas que reportaram estar utilizando a ferramenta para atender centenas de milhares de usuários e ativos. É um número considerável de pessoas que se cadastraram como usuários do GLPI. Eu posso dizer com toda certeza que esse número seria, pelo menos, 20 a 30 vezes maior caso todos que usam a ferramenta reportassem. E este número não apenas um palpite. Ao acessar os gráficos de telemetria, é possível encontrar pouco mais de 12.000 instalações do GLPI que usam o idioma Português Brasileiro “perdendo” apenas para o Francês com mais de 18.000 instalações e seguido de perto pelo Inglês Britânico com pouco mais de 9.000 instalações.

Fonte: GLPI Project: https://glpi-project.org/pt-br/community/

Ou seja, o mercado brasileiro para o GLPI é forte e sim valorizado por quem desenvolve o sistema. Posso garantir que a Teclib’ está de olho em cada comentário, post, discussão, debate ou ideia que produzimos por aqui.

E é justamente por isso que a ideia de união dentro da comunidade brasileira de Software Livre, mais especificamente GLPI, deve falar mais alto. Contribuir com o projeto em forma de trabalho, testes, report de bugs ou até com dinheiro ajuda, e muito, o projeto a se manter vivo.

Mas Arthur. Como eu posso encontrar formas de contribuir com o projeto e a comunidade?

A comunidade brasileira é ativa, variada, presente em várias frentes e disponível aos mais variados níveis de conhecimento.

Acredite, qualquer conteúdo gerado ou pessoa ajudada é de extrema importância para a comunidade. Não subestime sua capacidade de mudar o futuro na carreira de alguém com o “pouco que você sabe”

Quem tiver mais links deixa nos comentários que eu adiciono aqui.

O GLPI e seus canais

A Teclib’, empresa responsável pelo desenvolvimento oficial do GLPI, investiu pesado em conteúdo, material e qualidade de acesso aos seus canais oficiais.

Ao entrar no site do Projeto do GLPI já é possível encontrar o site inteiramente em português. Os links que levam aos manuais e recursos deram saltos incrivelmente positivos. Você consegue encontrar um manual de extrema qualidade para rodar o seu GLPI sem dores de cabeça, apenas seguindo os manuais. Coisa que não existia antes de a empresa assumir as rédeas do sistema.

Eu quero deixar aqui links importantes e oficiais para que todos possam testemunhar a veracidade do que estou falando.

Apoio Financeiro ao Projeto GLPI

O que poucos sabem é que o projeto conta com uma campanha de arrecadação de recursos para manter o projeto, um serviço de nuvem de GLPI como um Serviço e também uma assinatura de suporte oficial chamada GLPI-Network.

Inclusive vou me comprometer aqui, publicamente, a contribuir financeiramente com “um café” para o projeto oficial do GLPI para cada R$ 40,00 arrecadados nos meus canais de apoio ao meu blog ou na livraria.

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Há duas maneiras de contribuir financeiramente com o projeto do GLPI.

  • Open Collective
    • No Open Collective você tem mais opções de valores e conta até com uma opção de doação mensal, caso tenha interesse.
    • Precisa criar uma conta
    • É possível contribuir anonimamente
    • É possível contribuir em nome da sua empresa
    • Não usa métodos de pagamento intermediários (PayPal, Picpay…)
  • Ko-fi
    • Não precisa cadastrar conta para contribuir
    • Usa Paypal para pagamento.

Futuro do Projeto GLPI

O GLPI teve marcos históricos na versão que mudou e modernizou totalmente sua interface e foi a primeira já com a Teclib’ como responsável pelo desenvolvimento e adição do projeto ao Github.

Neste ano de 2020 a versão 9.5, lançada em Julho e já atualizada com correções importantes, já está fazendo história e prometendo voos ainda mais altos para o projeto.

Fonte: GLPI Project – https://glpi-project.org/news/

Funções importantes como:

São mudanças que já eram solicitações recorrentes da comunidade e que vieram na 9.5. Sinal de que a equipe está sempre atenta às necessidades da comunidade e trabalhando para atender a todos mantendo o core do sistema íntegro e útil.

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O software é e permanecerá mantido como software livre para a comunidade com opções de contratações adicionais de suporte ou hospedagem do serviço na nuvem.

E para finalizar, deixo a íntegra da Live aqui abaixo para quem não teve oportunidade de assistir e gostaria de fazê-lo.

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Live pra falar de outra Live de GLPI

Amanhã, dia 29 de agosto de 2020, vai rolar uma live da ServiceDesk Brasil que eu participarei com o Danilo Santos e o Jorge Camargo.

Falaremos sobre (versão x github, documentação, fórum, canais de comunicação, treinamento gratuito, plugins e v9.5) Teremos convidados especiais, você não pode perder.

A transmissão será ao vivo nos canais da ServiceDesk Brasil:

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Marketplace no GLPI 9.5 – Como ativar? Para quê serve?

A versão 9.5 do GLPI está a todo vapor. E uma das funcionalidades que eu mais gostei foi a do Marketplace que facilita muito a instalação de Plugins no melhor sistema de Gestão de Serviços e Service Desk que existe no mundo.

Quer aprender como fazer para ativar o marketplace? Olha aí!

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O GLPI possui por característica padrão a possibilidade de estender suas funções através de plugins. Há quem goste de trabalhar mais com as funções padrões e há quem goste mais de diversificar com os plugins. O fato é que o processo de instalação sempre foi uma pergunta constante e uma tarefa, nem sempre, das mais prazerosas e simples de ser realizada, dependendo da expertise de cada administrador da ferramenta.

A Teclib, desenvolvedora oficial do GLPI, criou um modelo de negócios que viabiliza a possibilidade de entregar o GLPI como um serviço para aqueles que não querem se envolver tanto com as tarefas administrativas de se manter um serviço web em funcionamento, como backup, configuração, correções, provisionamento, solução de problemas de infraestrutura.

Lembrando que o software continua sendo open-source com uma comunidade bastante ativa e totalmente gratuito para quem quiser usar por sua conta.

Com a nova adoção de um modelo de GLPI como um Serviço em Nuvem, a instalação de plugins era um incômodo por exigir acesso à console administrativa do servidor onde o GLPI está hospedado. A partir da versão 9.5, isso não é mais necessário.

O Marketplace no GLPI veio justamente para que você instale os plugins do repositório oficial como se fossem aplicativos que você instala da sua loja de aplicativos favorita no celular.

Você seleciona o plugin, clica em instalar, e ele aparece instalado na sua base. Não maravilhoso?

Para fazer funcionar o Marketplace você precisa criar uma conta na GLPI-Network, que é gratuita, e adicionar o token ao seu GLPI 9.5.

O procedimento em vídeo você encontra aqui e em texto, para quem prefer ler, logo abaixo do vídeo.

Procedimento:

  • O local para execução do processo dentro do GLPI fica em Configurar > Plug-ins e clique no ícone que parece uma lojinha no topo da página logo ao lado do caminho de Menus que fica na parte superior.
  • Dentro deste ícone haverá um link para você se registrar na GLPI-Network, caso você não tenha uma conta ainda.
  • O processo de registro não é difícil, é rápido e tem versão gratuita.
  • Após adicionar seus dados, selecione a versão de assinatura de suporte que você precisar e/ou desejar.
  • Voltando ao GLPI, você navega para o mesmo ponto de antes (Configurar > Plugins > Lojinha no topo, e ao invés de selecionar Registrar na GLPI Network, clique em preencha com sua chave de registro na configuração.
  • Copie o token de registro da GLPI Network neste campo do seu GLPI
  • Seja feliz e instale seus plugins sem dores de cabeça.

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Minhas Primeiras Impressões com o GLPI 9.5

Recebi uma instância de testes da versão 9.5 Release Candidate do GLPI por parte da Teclib. É uma instância na GLPI Network e no meu primeiro acesso, fiquei tão impressionado com as melhorias visuais que já quis compartilhar isso aqui com vocês.

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38.Aviso de tabelas não migradas para InnoDB – GLPI 9.4

Este post é uma atualização do mesmo procedimento que era realizado na versão 9.3.x do GLPI.

Desde a versão 9.3.x o mecanismo do banco de dados do sistema foi atualizado para trabalhar com a Engine InnoDB ao invés da MyISAM como antigamente.

Quando você instala uma versão 9.3 ou superior do zero, o banco de dados já é criado e parametrizado com o formato InnoDB automaticamente. Mas quando a instalação existente já vem de versões anteriores à 9.3, o banco de dados permanece no formato MyISAM e precisa ser convertido manualmente para o InnoDB.

Este novo formato habilita certas funções que surgiram na versão 9.3, como a possibilidade de adição de múltiplas soluções. Algo que não era possível nas versões legadas.O procedimento é simples. Na versão 9.3.x, utilizávamos um script php que vinha junto na pasta scripts do front-end do GLPi. 

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Na versão 9.4 esse script foi transferido para os comandos de console do próprio sistema:

Como root do sistema

cd /var/www/glpi
php bin/console glpi:migration:myisam_to_innodb

/var/www/html/glpi é o local do meu glpi da demonstração. Ajuste o caminho para o seu.

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Entenda a numeração de versionamento de software utilizado no GLPi

A Teclib costuma lançar versões do sistema GLPI e nem todo mundo entende exatamente o que significam aqueles códigos.

Os códigos seguem um padrão semelhante ao Semantic Versioning mas não encontrei total alinhamento ao método.

Vamos ver como isso é feito?

Estamos, atualmente (06 de Maio de 2019), na versão 9.4.2 e 9.3.4. A equipe está mantendo duas versões para que ambientes possam ser gradativamente ajustados à versão 9.4.

Vou pegar a versão anterior, 9.4.1.1, como exemplo por conter mais dados de versionamento.

  • 9 – O primeiro número indica que o sistema se torna totalmente incompatível com versões anteriores. Quando este número muda, geralmente são esperadas alterações substanciais no sistema, como mudanças visuais, por exemplo.
  • 4 – O segundo número indica que foram adicionadas novas funcionalidades que não tornam o sistema inteiro incompatível com versões dentro do mesmo número que o primeiro. (Geralmente)
  • 1 – O terceiro número indica que o sistema sofreu mudanças menores, como correções de bugs e funcionalidades que não prejudiquem a compatibilidade com versões anteriores. (Dentro dos mesmos números anteriores)
  • 1 – O quarto número indica correções graves de segurança dentro dos números anteriores. Não impacta em incompatibilidades.

Sabendo disso você pode entender melhor o momento de atualizar seu sistema GLPi.

Ou seja, quando você utiliza a versão 9.3, por exemplo e sai uma atualização 9.3.1 ou 9.3.1.1, em tese, seria seguro e até recomendado realizar a atualização pois são apenas correções de bugs e até de segurança.

Neste último caso, geralmente a equipe deixa sinalizada a real importância de atualização para manter-se em dia e não correr riscos de segurança. Principalmente se você tem o seu GLPi de cara para a rua.

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O que são produtos OEM e por que eles são mais baratos?

Se você já comprou peças de computadores e softwares, você provavelmente já topou com o acrônimo OEM nas descrições. Esta abreviação é para Original Equipment Manufacturer (Fabricante de Equipamento Original) e é, geralmente atribuído a peças ou softwares que são menos caros que os normais de varejo.

O que pode fazer você imaginar: “devo comprar um produto OEM, ou tem pegadinha que pode me gerar problemas?”. A verdade é que eles são, SIM, diferentes dos produtos de varejo e é importante conhecer as diferenças.

O que OEM significa?

OEM, como mencionado, é a abreviatura para Original Equipment Manufacturer. A descrição não define POR quem o produto deve ser vendido e sim PARA quem esse produto deve ser vendido.

Hardware e Software OEM são criados para distribuição para empresas que desenvolvem sistemas, como Dell e Apple, por exemplo. Estas empresas são as “Original Equipment Manufacturers”.

Por isso que produtos OEM são, geralmente, vendidos em caixas ou embrulhos genéricas, sem aquelas caixinhas bonitinhas. Eles não são desenvolvidos para ficarem em prateleiras de loja.

E eles, geralmente, não estão. A maioria dos varejos NUNCA vendem produtos OEM. Lojas virtuais não se importam com embalagens de varejo, portanto, ficam mais do que felizes em estocar estes produtos e vendê-los para consumidores.

É totalmente legal comprar produtos OEM. Todavia, há algumas estipulações ligadas a tais produtos que você aceita ao adquiri-los.

OEM para Hardware

As peças OEM e de varejo possuem exatamente as mesmas funcionalidades e performance. Discos Rígidos, Memórias RAM, Placas de Vídeo, por exemplo, são exemplos de peças oferecidas no modelo OEM. Outros produtos também são oferecidos neste modelo mas em quantidades limitadas.

Contudo, algumas peças são enviadas sem outros componentes que também são necessários para bom uso – mesmo aqueles que são críticos para a operação. Pegamos um processador, por exemplo. Você pode encontrar algumas unidades de processamento que não são enviadas com seus ventiladores de resfriamento (fans). Uma placa de vídeo ou um disco rígido podem ser encaminhados sem os cabos necessários para uso.

Algumas restrições nas garantias também podem ser aplicadas. Como tempo reduzido ou até inexistência de garantia por parte do fabricante. Isso, porque a garantia, muitas vezes, é oferecida pelo fabricante que adquiriria a peça para utilizar em seus produtos para o varejo.

Comprar uma peça OEM, faz com que, contratualmente, você seja tratado como um fabricante de soluções. Portanto o suporte direto com o fabricante da peça, certamente, será impossível.

OEM para Software

Softwares OEM são mais comuns de serem encontrados. Principalmente em produtos Microsoft como Windows e Office.

Ao comprar um software no modelo OEM, geralmente você recebe apenas um papel com um link para download e a chave de licença do software. Não espere qualquer documentação. Na verdade, a maioria dos softwares OEM vêm sem qualquer tipo de suporte técnico.

O software OEM é, normalmente, licenciado com base no hardware, o que significa que você NÃO PODE instalar o mesmo em outro computador. Em teoria, significa, por exemplo, que versões OEM do Windows são amarradas ao computador em que o software veio instalado.

Para reativar este tipo de software é só necessário contatar o serviço ao consumidor do fabricante. Mas vale lembrar que eles não são obrigados a realizar tal procedimento. E alguns fabricantes não permitem realizar tais procedimentos. É um risco que se corre com software OEM. Custa menos, mas pode ser necessário recomprar se você substituir seu computador ou realizar upgrade da placa mãe.

Afinal, vale a pena comprar produtos OEM?

Adquirir software OEM é totalmente seguro e legal, mas você precisa estar ciente dos riscos.

É possível que você poupe uma boa quantia de dinheiro com produtos desse tipo, mas se você passar por problemas é possível que você fique sem suporte algum. Isso pode ser indiferente se você possui alguns conhecimentos técnicos. Caso contrário, a versão de varejo pode ser uma melhor alternativas.

Os descontos podem variar. Podendo chegar a até 50% de diferença. Alguns produtos nem são oferecidos no formato OEM.

Comprar hardware OEM pode ser mais barato. Mas é possível que você acabe gastando mais do que no varejo após a compra de todas as peças extras para uso da OEM que você comprou. Esteja ciente disso e faça as contas antes.

Outra coisa que pode acontecer é você encontrar peças OEM mais caras do que de varejo. Isso costuma acontecer quando tais peças estão em vias de serem descontinuadas. As peças sobressalentes são colocadas à venda por valores mais altos que os de varejo.

Faça comparações de preço antes de fazer sua escolha. Saiba o que vem e o que não vem quando você comprar. E certifique-se que de que você poderá pedir suporte se necessário.

37.GLPI – 9.3 e 9.4 – Criar, Configurar e Atribuir SLA e OLA a um chamado

Configurar SLA e entender como ele funciona pode ser uma tarefa árdua no GLPI.Muitos cliques a dar, muitas telas para configurar. Mas com uma ajudinha aqui e outra ali, se torna fácil realizar a configuração. A dificuldade depois desse vídeo, eu garanto, será apenas relacionada à complexidade de cada ambiente.

Para que as regras de SLA funcionem corretamente, precisamos definir 3 itens dentro do sistema:

Calendários e Feriados (Configurar > Listas Suspensas > Calendários)
➤ Níveis de Serviços (
Configurar > Níveis de Serviço)
➤ Regras de negócios para chamados (
Administração > Regras > Regras de negócios para chamados)

Dentro do Calendário, definimos o horário de trabalho das equipes e os feriados que esse calendário deve seguir. É aqui, também que criamos calendários para equipes que trabalhem em horários distintos ou até filiais que atuem em cidades com horários e feriados diferentes.

Dentro dos Níveis de Serviço, criamos o SLA (Service Level Agreement) de atendimento e solução , que são os acordos firmados entre central de serviços e cliente, e também o OLA (Operational Level Agreement) de atendimento e solução, que são os acordos firmados entre equipe de serviços e central de serviços.

Tempos para aceitar são tratados como o tempo para uma primeira resposta ao seu clientes. Ou seja, qualquer alteração feita pela equipe de serviços, conta como primeira resposta.

Tempos para solucionar são tratados como o tempo para que uma solução seja entregue para o chamado aberto. E esse tempo é contado a partir da data de abertura do chamado. E não da data de aceitação do mesmo (item acima)

A regra de negócio é o que automatiza processos dentro do sistema. E através dela é que faremos a ligação entre Níveis de Serviço e chamados.

2.GLPI 9.1 – Criar, Configurar e Atribuir um SLA através dos seus SLTs
5.Trabalhando com níveis de escalação no SLA
32.Overview GLPI 9.4 (Versão Portugês)

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