Quando o futuro resolve chegar a galope

Foto de um robô em ângulo alto
Foto de um robô em ângulo alto

Costumeiramente era simples falar em futuro como um período após a nossa aposentadoria ou morte. Era como viver o trabalho e vida tentando prever o que o futuro nos reserva sem, de fato, perceber ou sequer lidar com essas mudanças. Era simples dizer que tudo migraria para o digital, que home-office era o futuro, que pessoas trabalhariam de qualquer lugar e em horários flexíveis sem passar por toda essa mudança.

No Brasil sempre estivemos acostumados, também, a recebermos o futuro de 2 a 3 anos depois de outros países que tendiam a ditar o ritmo das inovações. Sempre tivemos tempo para nos preparar — Não quer dizer que o fazíamos.

Já em 2021, graças às redes, telecomunicações e a uma cultura de estarmos muito mais conectados — que a pandemia acelerou — essa sensação de estarmos ilhados ou longe “desse futuro” se dissipou.

Outro dia, mesmo, um ex-aluno que trabalha na indústria calçadista aqui do interior do Rio Grande do Sul me comentou que estão testando o Oculus para uso no trabalho híbrido / remoto de seus funcionários.

Mulher usando óculos de realidade aumentada
Mulher usando óculos de realidade aumentada

Um colega do setor de moda está desenvolvendo junto a designers, maneiras de adentrar nesse mundo do Metaverso através da melhoria na experiência de compra do consumidor.

O futuro é hoje. Não vai ficar lá longe. E o novo futuro? Pode ser daqui a 20 minutos.

Por Arthur Schaefer

Arthur Ramos Schaefer é MBA em Gerenciamento de Projetos e Tecnólogo em Redes de Computadores. Atua também como instrutor e professor de Redes de computadores e idiomas. Trabalha com Consultoria em Service Desk, produtividade e GLPI.

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