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Mentores com muita experiência ou experiência semelhante?

Evoluir com pessoas que estão 2 anos mais experientes do que você pode ser mais positivo do que aprender com alguém com 20 anos de experiência.

A vida muda, os mercados evoluem, ensinamentos ficam desatualizados.

Não quer dizer que devam ser esquecidos ou sequer considerados. Apenas quero dizer que seu amigo da escola pode lhe ensinar e você pode ensinar muita coisa também. Abrir a mente para algo novo é sempre bom.

Chernobyl da HBO GO nos mostra uma faceta das falhas das nossas vidas

Estive assistindo à série histórica/documental Chernobyl da HBO GO e é interessante perceber que o desastre é um reflexo fiel e exato do que vivenciamos em falhas em nossos projetos, vidas, empresas ou iniciativas.

Sempre existe um gatilho que culmina na derrocada e explosão da falha. Mas nunca é este gatilho sozinho que gera o problema.

É sempre uma reação em cadeia:

– A soberba ou falta de cuidado no processo;

– Um descaso ou adiamento de uma ação por preguiça, pressa, falta de interesse;

– Uma falta de comprometimento com o resultado do projeto e preocupação excessiva em “entregar o seu” e me livrar da minha tarefa;

– Uma economia boba em recursos essenciais ou primordiais (Hastes com Grafite que aumentavam a instabilidade dos materiais ao invés de controlar);

– Excesso de confiança;

– Falta de processo e treinamento;

– Adicione as variáveis negativas que estão relativamente fora do nosso controle (Xenônio, Vapor, Instabilidade do Material Nuclear);

Soma-se tudo isso e a equação de possibilidade de desastre deixa de ser um SE para tornar-se um QUANDO.

Há de sermos cuidadosos, prepararmo-nos, criar processos, seguir protocolos, sermos gentis, sermos eternos aprendizes e jamais nos darmos por vencidos ou sabichões.

Cuidado demais nunca é pouco!

#Cuidado #Desastre #Falha

Sobre tomar a decisão certa

Como saber se estamos fazendo a escolha certa?

Jamais saberemos, uma vez que não há possibilidade de conhecer o resultado da escolha não tomada.

O importante na tomada de decisões, pra mim, tem sido muito mais pesado em ser ético e intencional do que em ponderar se vai ser a decisão correta ou não.

Eu jamais saberei o que eu aconteceria se eu seguisse com a opção não escolhida.

No final do dia é escolher uma e seguir com ela!

Minha opinião sobre a “Morte em Espiral” da Evernote

     Tudo começou com um editor de um portal americano de “notícias” resolveu criar o mote, o “Evernote está em Morte em Espiral”.Esse artigo iniciou um movimento manada em portais do mundo inteiro, e claro que o brasil não ficou de fora dessa.

     Traduções rasas, desleais ao real conteúdo dos primeiros artigos originais, frases, títulos e opiniões desastrosas e até irresponsáveis de pessoas que tem nas mãos o alcance orgânico gigante que esses portais entregam a esses(as) editores(as).

     Em grupos onde discutimos ferramentas de produtividade, e obviamente muito sobre Evernote, no Telegram, passamos alguns dias debatendo o caso. E é incrível como palavras mal colocadas por editores ávidos por cliques e visibilidade podem minar a reputação de um software estável, com uma base altíssima de usuários, consistente e em constante evolução.

     Relacionar a saída de alguns executivos com uma “crise financeira” e exclamar categoricamente que, por não acreditarem mais no produto, saíram em efeito manada? É de tamanha irresponsabilidade.Acredito em ciclos profissionais em nossas carreiras. E é natural que em algum momento sigamos nossos caminhos longe das empresas em que estamos hoje, seja por oportunidades melhores ou então por caminhos profissionais. Os artigos deixaram um gostinho de “azar da Evernote, estou indo embora..”.

     Concordo também que a alguns dias atrás a empresa criou um famigerado anúncio para apresentar sua nova logomarca e projeto de imagem. Seus clientes tem aguardado incessantemente por funcionalidades, não por melhorias estéticas em algo que não traz aquele retorno instantâneo. Embora eu tenha gostado muito da comunicação passada internamente a todos nós Consultores Certificados e comunidade. Mostraram um amadurecimento e crescimento interno bastante consistente e que traz certa energia de que o foco e a sinergia no desenvolvimento do produto será ainda maior nos próximos anos.

     O maior problema foi o timing entre o famigerado e frustrante anúncio e o artigo polêmico e irresponsável de portais ávidos por visibilidade.

     Títulos polêmicos, sensacionalistas (Evernote muda seus termos e permite que funcionários leiam suas notas, Fim do Evernote) e rasos de conteúdo não trazem nenhum benefício para usuários de produtos e muito menos para os fabricantes. Apenas visualizações e especulações.

     Por ser uma empresa privada, não temos acesso a relatórios e números financeiros da Evernote. Mas sabemos, através de notícias e entrevistas do CEO, que a empresa tem apresentado resultados positivos e, sinceramente, não acredito em um sumiço repentino do produto. Antes deser descontinuado, pode ser comprado por outra empresa maior, virar IPO para injeção de capital, mudar estratégias de preços, mas “Morte em Espiral”….

     O valor entregue aos usuários que realmente utilizam o sistema é tão grande que me sinto tranquilo em dizer que as pessoas AMAM o Evernote. 
A empresa não parou nos últimos anos, como eu já falei aqui, e já está preparando algumas novas funções focadas no que realmente importa. Foco e produtividade.

Eu acredito, confio, estou com a Evernote e não abro mão!

O paradigma do “Problema da TI” por Arthur Schaefer

Nos 6 anos que trabalho com TI, eu sei não parece muito (mas não acho que seja muito mesmo), tenho sempre percebido a cultura das pessoas que fazem parte das equipes dentro de empresas ou até de clientes no que diz respeito a problemas, incidentes ou requisições de TI.

Vou ilustrar melhor.

Uma pessoa ativa o suporte de TI da empresa ou terceiro com a seguinte solicitação. A impressora está com problema (Qualquer coincidência é mera semelhança). O que um bom Nível 1 de suporte de TI faria? Isso mesmo, solicitaria maiores informações sobre o que está ocorrendo. E o que acontece em seguida? Isso mesmo, o usuário só diz que não sabe, não tem interesse em ajudar na solução e só diz. Tu pode vir ver? Isso quando não fica bravo por ter de responder algumas pequenas perguntas ou então executar procedimentos simples e que podem rapidamente solucionar o caso sem ter de esperar o atendimento. Mas enfim…

Agora vamos pensar um pouco a respeito do por que das perguntas.

O setor de Nível 1 de um centro de Suporte serve justamente para solucionar o mais rapidamente possível problemas ou requisições. Acontece que A MAIORIA dos problemas é rapidamente solucionado com alguns procedimentos simples que o próprio solicitante pode executar.

AAAA, mas isso não é trabalho meu.. É do pessoal da TI.

Ok. Não é mentira. Mas amigo, vamos sentar um minutinho e pensar no seguinte: Caso essa impressora esteja apenas com um papel trancado, ou com o cabo de rede/energia mal conectado e estejam na fila de espera, 1 contrato de milhões de dólares que sua empresa firmou com um cliente, 1 documento importante para que seu trabalho seja levado adiante e mais umas impressões simples mas que são, de certa forma, necessárias no dia dia. O problema é de quem exatamente?? Exato o problema é da organização como um todo.

Então por que o suporte não pode vir aqui logo e ver o que está acontecendo?

Tens razão. Mas e se no mesmo momento a pessoa responsável por atender essa demanda em campo estiver atendendo outra situação que demanda mais tempo e impede a ausência da mesma por esses minutos? A impressora ficará parada por 1, 2 horas?

Então, usuários, centros de suporte… É importante, na ativação do suporte, o MÁXIMO de informação possível, o máximo de empenho na busca pela solução conjunta e a compreensão de que um problema DE TI, não é problema DA TI, é um problema da organização. E sendo da organização, é importante que atingido e suporte se empenhem na busca da solução.