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38.Aviso de tabelas não migradas para InnoDB – GLPI 9.4

Este post é uma atualização do mesmo procedimento que era realizado na versão 9.3.x do GLPI.

Desde a versão 9.3.x o mecanismo do banco de dados do sistema foi atualizado para trabalhar com a Engine InnoDB ao invés da MyISAM como antigamente.

Quando você instala uma versão 9.3 ou superior do zero, o banco de dados já é criado e parametrizado com o formato InnoDB automaticamente. Mas quando a instalação existente já vem de versões anteriores à 9.3, o banco de dados permanece no formato MyISAM e precisa ser convertido manualmente para o InnoDB.

Este novo formato habilita certas funções que surgiram na versão 9.3, como a possibilidade de adição de múltiplas soluções. Algo que não era possível nas versões legadas.O procedimento é simples. Na versão 9.3.x, utilizávamos um script php que vinha junto na pasta scripts do front-end do GLPi. 

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Na versão 9.4 esse script foi transferido para os comandos de console do próprio sistema:

Como root do sistema

cd /var/www/glpi
php bin/console glpi:migration:myisam_to_innodb

/var/www/html/glpi é o local do meu glpi da demonstração. Ajuste o caminho para o seu.

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Matriz de Priorização no GLPI – Como é e Proposta de definição de SLA

Fonte: pexels.com

Esse post é uma atualização de um conteúdo criado lá em 2012 mas que, ainda em 2019, é muito acessado, requisitado e muitas dúvidas são colocadas em jogo semanalmente nas minhas inboxes. Até porque no momento em que mudei a plataforma do meu blog muitas formatações se perderam. Inclusive as tabelas daquele post.

Uma matriz de priorização de requisições e/ou incidentes é importante, no ponto de vista de um setor de serviços, por possibilitar um planejamento e organização da equipe para decidir qual chamado atender primeiro.

É importante deixar claro que após a parametrização completa do sistema com catálogo de serviços definindo o impacto automaticamente e o sistema definindo a prioridade baseado nessas regras a equipe precisa ser treinada a seguir a prioridade do sistema sem burlar o cálculo. Caso contrário, de nada adianta tais configurações.

Mas vamos lá.
Para entender o que o sistema faz começaremos descrevendo termos para que possamos definir parâmetros de prioridades.

O GLPI trata esse cálculo usando 2 parâmetros para definir automaticamente um 3º na seguinte ordem.

  • Impacto – É a medida de criticidade que aquele incidente ou requisição gera ao negócio principal da corporação. Ideal é que esse impacto seja definido via catálogo de serviços para evitar julgamentos subjetivos por parte da equipe ou dos usuários.
  • Urgência – É a referência de tempo que a equipe tem para restabelecer o serviço ou configurar a requisição para o cliente. Geralmente quem define esse parâmetro é o usuário. Mas é bem recomendado que um setor de triagem da equipe de serviços faça a revisão ou até defina essa Urgência antes de a equipe de N1 de fato agir.
  • Prioridade – Esse sim é o resultado da combinação entre o Impacto e a Urgência. Esse deve ser o balizador de qual chamado precisa de mais atenção que outro.

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Análise do Impacto
Vamos definir o que são os impactos e como devemos entendê-lo no contexto da Gestão de Serviços.

Impacto no sistemaDescrição do Impacto
Muito AltoServiço que, quando não disponível, pode causar prejuízos monetários ou de patrimônio.
AltoServiço que, quando não disponível, pode gerar graves falhas em ativos ou outros serviços.
MédioServiço que, quando não disponível, causa um impacto moderado ao processo da empresa.
BaixoServiço que, quando não disponível, causa pouco ou nenhum impacto processo da empresa.
Muito BaixoServiço que, quando não disponível, não causa Impacto algum à corporação.

Análise da Urgência
A definição de Urgência também é importante para que a triagem e os usuários saibam quando escolher cada uma das definições.
Defina essas descrições e treine a triagem e usuários para que entendam que nos casos da coluna da direita, deve-se escolher a opção da esquerda.

Impacto no sistemaDescrição da Urgência
Muito AltoImpossível seguir trabalhando sem solução.
AltoO trabalho é possível de ser realizado sem a solução, mas com grave perda de eficiência ou recursos.
MédioO trabalho ainda é possível de ser realizado com pouca interferência sem solução.
BaixoO trabalho é totalmente possível de ser realizado sem solução.
Muito BaixoO trabalho é totalmente possível de ser realizado sem solução.

O cálculo da Matriz de Priorização do GLPI está configurado em Configurar > Geral > Assistência. Ele é totalmente configurável. Sendo possível, inclusive a retirada de opções de Impacto, Urgência ou Prioridades ou a mudança do cálculo para o que convier à organização. Por padrão o cálculo é definido da seguinte forma:

Nos campos de Listas suspensas do cabeçalho você pode desativar opções de Impacto. Nos campos de Listas suspensas da primeira coluna você pode desativar opções de Urgência. Nas linhas e colunas internas você pode mudar o comportamento do sistema.

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Por padrão o sistema analisa o Impacto definido para o chamado, faz a triangulação com a Urgência definida e define um valor de Prioridade conforme este cálculo.

O que sempre proponho a alunos e clientes é definir os Impactos via Regras de negócio e posteriormente definir os SLAs pela Prioridade também via Regras de negócio, como no exemplo abaixo. (Os valores são figurativos. A definição desses tempos deve ser realizada com base em cada negócio, equipes envolvidas e capacidade de entrega.

PrioridadeTempo para atendimentoTempo para solução
Muito Alta2 horas para aceitar4 horas para solução
Alta4 horas para aceitar 8 horas para solução
Média8 horas para aceitar16 horas para solução
Baixa16 horas para aceitar20 horas para solução
Muito Baixa16 horas para aceitarsem data definida p/ solução

E a máxima sempre valerá:

O Treinamento CONSTANTE de equipe e de usuários pode ser dolorido e custoso mas sempre gerará resultados mais positivos no médio e longo prazo.
Abuse de documentação e a utilize para demonstrar importância e valor ao trabalho do setor de serviços.

Eu mesmO

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Entenda a numeração de versionamento de software utilizado no GLPi

A Teclib costuma lançar versões do sistema GLPI e nem todo mundo entende exatamente o que significam aqueles códigos.

Os códigos seguem um padrão semelhante ao Semantic Versioning mas não encontrei total alinhamento ao método.

Vamos ver como isso é feito?

Estamos, atualmente (06 de Maio de 2019), na versão 9.4.2 e 9.3.4. A equipe está mantendo duas versões para que ambientes possam ser gradativamente ajustados à versão 9.4.

Vou pegar a versão anterior, 9.4.1.1, como exemplo por conter mais dados de versionamento.

  • 9 – O primeiro número indica que o sistema se torna totalmente incompatível com versões anteriores. Quando este número muda, geralmente são esperadas alterações substanciais no sistema, como mudanças visuais, por exemplo.
  • 4 – O segundo número indica que foram adicionadas novas funcionalidades que não tornam o sistema inteiro incompatível com versões dentro do mesmo número que o primeiro. (Geralmente)
  • 1 – O terceiro número indica que o sistema sofreu mudanças menores, como correções de bugs e funcionalidades que não prejudiquem a compatibilidade com versões anteriores. (Dentro dos mesmos números anteriores)
  • 1 – O quarto número indica correções graves de segurança dentro dos números anteriores. Não impacta em incompatibilidades.

Sabendo disso você pode entender melhor o momento de atualizar seu sistema GLPi.

Ou seja, quando você utiliza a versão 9.3, por exemplo e sai uma atualização 9.3.1 ou 9.3.1.1, em tese, seria seguro e até recomendado realizar a atualização pois são apenas correções de bugs e até de segurança.

Neste último caso, geralmente a equipe deixa sinalizada a real importância de atualização para manter-se em dia e não correr riscos de segurança. Principalmente se você tem o seu GLPi de cara para a rua.

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25. As 5 Perguntas mais frequentes sobre o GLPI

Fala galera, fiz um vídeo um pouco diferente com as 5 perguntas que eu mais vejo e respondo.

É um vídeo bem rápido e um pouco diferente do trabalho que eu vinha fazendo visto o problema nos meus equipamentos que comentei no último post. 

Sinceramente, gostei da experiência. Espero que vocês gostem também. 

GLPI 9.3.2

Alguns já sabem pois acompanham as notícias do mundo GLPi. Mas para aqueles que ainda não ficaram sabendo, foi lançada, na última semana, uma versão nova do GLPi.

O sistema está chegando à sua versão 9.3.2 e, dentre 63 alterações, adições e correções, as principais mudanças são:

  • adição de acompanhamentos por e-mail agora pegam html inteiro (imagens, quebras de linha…)
  • e-mails com emojis não vão mais travar a ação de coleta de e-mails
  • erros de links em soluções de chamados corrigidos
  • alguns erros de login via LDAP foram corrigidos
  • muitas correções nos PDUs do módulo de Data Center (que entrou desde a versão 9.3)
  • relacionamentos de alguns itens estavam apresentando erros que também foram corrigidos
  • a lista suspensa de localizações estava travando após a segunda página, not anymore

Notícia oficial

Download do GLPi 9.3.2

Changelog completo

Padrão de Regras para atribuição de um chamado criado através de um coletor de correios no GLPi

Chamados não estão sendo abertos quando enviados por e-mail.

As vezes acabamos mexendo nas regras de atribuição de chamados por e-mail e não lembramos como era o padrão para que os chamados voltassem a ser abertos quando enviados por e-mail.

Segue abaixo o padrão do sistema.

Elas precisam estar nessa ordem.

Caso queira criar novas regras, as insira entre as regras 2 e 3 colocando as regras mais restritivas antes das menos restritivas.

A regra 3 , por boa prática, deve ficar por último pois é a que se aplica caso nenhuma das outras cumpra com algum requisito.

Regra 1:
 
Nome: Auto-Reply X-Auto-Response-Suppress
Operador lógico: e
Descrição: Exclude Auto-Reply emails using X-Auto-Response-Suppress header
Ativo: Sim
 
Critérios
Cabeçalho X-Auto-Response-Suppress do e-mail
verificado pela expressão regular
/\S+/
Ações
Rejeitar e-mail (sem e-mail de reposta)
Atribuir
Sim
 
 
 

Regra 2:
 
Nome: Auto-Reply Auto-Submitted
Operador lógico: e
Descrição: Exclude Auto-Reply emails using Auto-Submitted header
Ativo: Sim
 
Critérios
Cabeçalho Auto-Submitted do e-mail
verificado pela expressão regular
/\S+/
Cabeçalho Auto-Submitted do e-mail
não é
no
Ações
Rejeitar e-mail (sem e-mail de reposta)
Atribuir
Sim

Regra 3:
 
Nome: Root
Operador lógico: e
Descrição:
Ativo: Sim
 
Critérios
Cabeçalho Subject do e-mail
verificado pela expressão regular
/.*/
Ações
Entidade
Atribuir
Entidade Raíz