Na minha humilde opinião, o bom suporte não se trata de velocidade. Trata-se de quem se conecta melhor: com o sistema, com as pessoas, com o propósito.
Por exemplo: no BJJ, aprendemos que a técnica, o tempo, a leitura e adaptação valem muito mais que a pressa. A velocidade e intensidade tem momentos certos pra serem usados.
No time de suporte ou em TI, o valor não está só no chamado resolvido em cinco minutos. Está na causa evitada, no entendimento de que o cliente está cansado, inseguro, ou que o sistema está mal configurado e agir antes que vire incêndio. A intensidade e velocidade na solução precisa ser bem direcionada.
Pergunta para você: como anda a sua visão de suporte, ferramenta ou comunidade — mais reativa ou mais proativa? E o que você faria diferente se tivesse de conectar mais do que apenas “resolver”?
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