A habilidade técnica conta, mas são os desafios psicológicos que fazem de uma arte marcial algo tão brilhante.
Esse post pode parecer um pouco fora de foco para esse perfil, e minha carreira, mas não é. Acredite em mim.
Em 2022 eu comecei a praticar Jiu Jitsu Brasileiro – ou BJJ para os mais “chegados” – como uma maneira de descobrir o mundo das lutas a partir de dentro do tatame, e não apenas assistindo ao UFC.
Descobri que os movimentos aprendidos são parte essencial para a prática. Mas mais do que isso: treinar a mente para resolver problemas complexos, e sob pressão, “temperam” a prática.
A junção do físico com o mental me cativou, me manteve, me moldou para melhor. Mudei minha postura, minha maneira de pensar, fiz novas grandes amizades, e como sempre, quando algo nos transforma para melhor, queremos que outras pessoas tenham essa experiência também. É normal.
Qual melhor maneira de desafiar ainda mais a mente, e tentar levar a minha transformação para outras pessoas além de poder servir à arte e a outras pessoas?
Neste domingo finalizei a 1ª Formação de Instrutores de Jiu Jitsu na Zenith Jiu Jitsu em Taquara – RS.
Através da formação tivemos a oportunidade de enxergar o Jiu Jitsu com outros olhos. Não só os olhos de quem o pratica, mas também de quem o apresenta ao próximo. O posicionamento de quem, em alguma medida, torna-se um exemplo para outros. De quem planeja, improvisa, e se preocupa na experiência de cada tipo de praticante da arte.
Já faz 6 meses que atuo como um instrutor apoiando os professores junto às turmas infantis da escola. E tenho certeza de que estamos fazendo um lindo trabalho, não só de apresentar a luta à mais pessoas, mas também de formar pessoas boas e que alçarão voos inimagináveis com as ferramentas que o Jiu Jitsu com propósito e como parte da formação educacional entrega.
Aos mestres Adilson e Leonardo, deixo o agradecimento por essa experiência que, embora pareça incomum para quem é profissional de tecnologia, na verdade, se mostra de veras complementar e essencial.



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