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6 Passos Para Aprender TI de Verdade e Acompanhar o Mercado

Falei de carreira nos stories durante o sábado.

Penso importante registrar de forma permanente algumas dicas de como aprender TI de verdade, se motivar, validar e praticar o que aprendeu.

O profissional de TI sempre foi ensinado a investir em um curso universitário, fazer milhares de certificações, centenas de treinamentos em áreas generalistas.

O que ninguém contou é que o mercado precisa de gente especialista também. Gente que saiba colocar em prática aquilo que aprendeu. E isso, sozinhas, certificação ou diploma algum vão garantir. A importância da prática do aprendizado adquirido e certificado é constantemente subestimada no dia-a-dia.

A prova disso é que em plena demanda acima da média por profissionais de TI, os formados e com práticas em áreas técnicas estão recebendo aumentos de salários mais expressivos do que os graduados em universidades pelo fato de seus cursos serem muito mais práticos e com laboratórios de “mão na massa”.

2021 IT Salary+Skills Pay Survey Report: Digital Development


Mas para aprender você não precisa necessariamente fazer um curso técnico em meio a isso tudo. Você precisa melhorar a sua capacidade de análise, proposta de solução, aplicação da mesma, testes e documentação das ações para fins de comprovação desse trabalho e maior capacidade compreensão.

Qual outra dica você deixaria?

EU VIVO NA MELHOR ÉPOCA PARA SE VIVER 🧠📙🖋

Eu tenho como ideia de que o século, a década, o ano em que vivemos é o melhor para se viver na história quando falo em aprender, conectar, criar e descobrir.

Muitas das coisas a que temos acesso hoje já fazem parte da nossa rotina de maneira que nem paramos para pensar que elas eram quase inacessíveis a gerações anteriores.

Entendo também que não há investimento de vida melhor do que em mim mesmo.

E complemento com uma ideia de que a habilidade mais importante de qualquer ser humano, hoje, é aprender COMO APRENDER.

O acesso a recursos, informação e conhecimento ao alcance dos nossos dedos a valores baixíssimos ou até grátis, é algo que me fascina. Eu posso aprender praticamente qualquer coisa sem nem mesmo sair de casa.

E isso pode ser a melhor coisa da Internet ou a pior coisa da Internet.

1- Aprender a peneirar a sujeira é o primeiro passo. Tem muita coisa ruim por aí!

Aprender a aprender é justamente saber diferenciar bom conteúdo de um conteúdo não tão bom. E é nessa hora que eu procuro pessoas que já seguiram esse caminho para me ajudar a encontrar os atalhos e avaliar o que vale ou não ser seguido. Além de absorver bastante conteúdo ruim pra entender que ele não valia a pena.

2- Disciplina é mais do que essencial

A disciplina é, com certeza, o que eu mais preciso quando quero aprender algo. A inexistência da “cobrança” de um professor ou de uma avaliação chegando me deixa confortável em alguns momentos. Desenvolver uma rotina baseada num objetivo maior ajuda no processo de aprendizado pois toda vez que eu penso em adiar um estudo, eu lembro qual objetivo na minha vida estará mais longe.

Aprender como aprender é um processo infinito e prazeroso. Usar a tecnologia e recursos para facilitar esse processo é mais do que uma obrigação para mim.

Os recursos estão aí. Com acesso relativamente fácil e acessível. Escolha como usar esses recursos de forma a adicionar ao seu aprendizado. Seja de um novo idioma, uma nova profissão ou apenas um novo hobby.

Como você tem usado a Internet?

Pessoas Autodidata

Imagem retirada de http://joaocristofolini.com.br/

Você se considera autodidata?

Você sabe o que é ser autodidata?

Você gostaria de ser autodidata?

O que tem de bom em ser autodidata?

Ok, ok.. Parei por aqui. Mas, ficam as questões para se autoavaliar. (Mas autoavaliação não é um pouco de “autodidatismo”? -será que existe essa palavra-

Autodidata, segundo o dicionário é:

adjetivo e substantivo de dois gêneros

que ou quem se instrui por esforço próprio, sem a ajuda de mestres.

Ser autodidata é ter a capacidade de ler artigos, assistir vídeos, procurar informações por conta própria afim de tornar-se apto a alguma tarefa a qual ninguém o instruiu diretamente. É a capacidade de se esforçar em prol de uma atividade nova em sua vida mas sem propriamente (no bom e velho português) pagar por isso.

Uma pessoa autodidata, estou falando de autodidata MESMO, é possivelmente uma pessoa com uma capacidade intelectual bastante maior do que as que não possuem tal habilidade. Não estou me baseando em estudo algum. Apenas pensamento lógico e experiência própria.

Ser autodidata te poupa tempo, te proporciona possibilidades de aprender mais sobre mais coisas e não faz com que seja visto, muitas vezes, como um “chato perguntador de coisas óbvias ou um “medroso por conhecimentos e experiências”. -Gostei dessas expressões que criei agora-

Ser autodidata é absorver alguma informação da forma que for e imediatamente tentar colocá-la em prática, validar o que pegou na teoria. É não ter medo do erro, pois com o erro, aprende-se mais alguma coisa (Autodidata novamente)

Pessoas autodidata são pessoas agradáveis em rodas de amigos pois possuem uma capacidade imensa de argumentar sobre diversos meios e assuntos com extrema facilidade e profundidade sem ficar perdido ou com vergonha de questionar por não estar entendendo.

Ser autodidata faz bem pra você, para quem o cerca e para projetos em que você está ou estará inserido.

E aí te pergunto,

Você se considera autodidata?

Você sabe o que é ser autodidata?

Você gostaria de ser autodidata?

O que tem de bom em ser autodidata?